O guarda-sol voou com a força do vento
A delicada aspereza de um dia de verão,
A qual somos forçados a tolerar
E lembrar que não vai durar 4 estaçoes
E seremos impelidos
ao desconhecido do cotidiano
Renegados as muralhas de vidro e concreto
Quem dera, todos os dias fossem tão suaves
com os pés na areia,
sem ponteiros ou pontaria
Porém temos que retornar aos destinos plásticos
Temos que tolerar os papéis
os abutres,as cobras e o Leão
Quem dera,todos os dias, fossem dias de verão

3 Comments:
Férias.
Se eu pudesse, inverteria os hemisferios norte e sul e faria do inverno deles, nosso verão.
Huhu...
Deixando de bobeira,
Alguns momentos somente são os que valem... o resto é dispensável. O foda é ter que esperar o "verão" pra sair da futilidade...
Você se superou nesse poema. Sensível, bonito, bem escrito. Pelo menos pra mim, leigo no assunto.
Um beijo,
parabéns!
Bela poesia. Gostei da delicadeza... ¶=]
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